Abel Holtz, consultor,
Há males que vêm para o bem?
Independentemente de ajustes do modelo em discussão, da solução dos inúmeros “esqueletos” ou de privatização de empresas estatais, urge que encaremos a necessidade de construir as hidrelétricas possíveis com os reservatórios máximos que as restrições socioambientais venham acordar para que nos próximos anos tenhamos certa tranquilidade quanto ao atendimento da demanda
18 de setembro de 2017, às 10h
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